quarta-feira, 12 de junho de 2013

SINPRO-NNF: INFORMAÇÕES NO ATO DA ADMISSÃO NO EMPREGO

http://sinpromacae-regiao.blogspot.com.br/

INFORMAÇÕES NO ATO DA ADMISSÃO NO EMPREGO



Professores e Professoras, no ato da Admissão no Emprego, peça ao empregador a relação de documentos exigidos. Providencie-os sempre com cópia, protocolando a entrega.
Não aceite trabalhar sem registro ou receber salário fora do recibo.

Abaixo seguem algumas informações pertinentes à admissão de um(a) professor(a) em um (novo) emprego.

O registro na carteira de trabalho é fundamental, pois é a maior prova da condição do professor como empregador e, como tal, portador de direitos trabalhistas e previdenciários.
Para ler essa matéria na íntegra, acesse:

http://sinpromacae-regiao.blogspot.com.br/ 


 Fonte: SINPRO MACAÉ e Região

sexta-feira, 5 de abril de 2013

ÚLTIMAS INFORMAÇÕES SOBRE PAGAMENTOS DA UNIG

PREZADOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA UNIG

Entramos em contato com o RH da instituição, para sabermos maiores informações sobre o pagamento de professores e funcionários.
Nos informaram que, até hoje, sexta feira, dia 05/04/2013, o pagamento referente ao mês de fevereiro será encerrado, e que na próxima segunda-feira, dia 08/04/2013, o pagamento referente ao mês de março de 2013, começará a ser realizado.
Quanto ao 13º do ano de 2012, como já informamos anteriormente, será realizado em pagamentos parcelados até o fim do mês de Julho de 2013.
Lembramos que caso, professores e funcionários, tenham quaisquer dúvida, que liguem para o SINPRO ou venham até nossa sede.
 
 
 
 
Diretoria Colegiada

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ACORDO COLETIVO COM ESCOLA SESI



Terminou hoje a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho entre FETEERJ e SESI. O reajuste será de 8%, as demais claúsulas foram mantidas no acordo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PAGAMENTO UNIG

Professores e Funcionários da UNIG,

Entramos em contato com o Departamento Pessoal, no dia 08 de janeiro, e nos informaram que o pagamento de novembro/2012 já foi inciado. Estamos aguardando da Instituição maiores informações.





Diretoria Colegiada

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

AVALIAÇÃO DE CURSOS APONTA MELHORAR NOS INDICADORES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Houve evolução na qualidade da educação superior brasileira nos últimos anos. A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 6/12, pelo ministro da Educação Aloizio Mercadante, com base nos indicadores de qualidade da educação superior de 2011. Em 2011 foram avaliados 8.665 cursos das áreas de ciências exatas, licenciaturas e áreas afins, além de cursos dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial de 1.387 Instituições de Educação Superior (IES). No ciclo 2009-2010-2011 foi avaliado um total de 2.136 IES.

Os indicadores de qualidade do ensino superior levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC), além do Conceito Preliminar de Curso (CPC). O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avaliam os programas de pós-graduação das instituições.

Enquanto o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) é um indicador que avalia as IES e é resultado da média ponderada dos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) da Graduação e do conceito da Capes aplicado aos programas de Pós-graduação, o CPC avalia o rendimento dos alunos, infraestrutura, organização didático-pedagógica e corpo docente. Na nota do CPC, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura e organização didático-pedagógica representam 15% da nota e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de doutores pesa 15% do total, já dedicação integral e mestres representam 7,5% da nota.

 O IGC 2011 avaliou 2.136 universidades, faculdades e centros universitários. Desse total, 50,6% tiveram conceito 3, considerado satisfatório. Dados divulgados pelo Ministério da Educação mostram ainda que 27% das IES brasileiras tiveram conceito insuficiente no IGC em 2011. Estes resultados compõem o primeiro ciclo completo dos indicadores de qualidade, evidenciando a evolução de 2008 a 2011, quando foram avaliados 18.346 cursos de 2.136 instituições.

"Nesse período cai o número de instituições que estavam no nível 1, e cai fortemente o número de instituições que estavam em nível 2, o que é um ótimo indicador", analisou o ministro Aloizio Mercadante, ao lado do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa. "Também aumenta o nível 3 de forma significativa, aumenta muito o nível 4 e um pouco o nível 5. Ou seja, houve uma melhora generalizada na qualidade do desempenho das instituições por curso, quando analisamos de 2008 a 2011", salientou.

O resultado do CPC 2011 considerou 4.403 universidades – sendo 2.642 públicas e 1.761 privadas – além de 2.245 faculdades e 928 centros universitários. Atualmente, 53,9% das matrículas do ensino superior estão nas universidades, 30,9% nas faculdades e 13,7% nos centros universitários. Segundo Mercadante, em todos os casos houve melhora significativa nos cursos de ensino superior. "A curva toda se desloca em direção à melhora na qualidade. Há uma série de medidas que estão surtindo efeito", pontuou o ministro.

De acordo com Mercadante, o processo avaliativo induz à melhoria da qualidade nos cursos: "A avaliação é instrumento de políticas educacionais e fomenta a melhoria da qualidade", destacou o ministro, ressaltando a importância de políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).


No link abaixo, você pode acompanhar a apresentação dos indicadores de qualidade.
http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/avaliacao-de-cursos-aponta-melhora-nos-indicadores-da-educacao-superior?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2f

Fonte: www.portal.inep.gov.br

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

SENADO APROVA LIMITE DO NÚMERO DE ALUNOS NAS CLASSES


A Comissão de Educação do Senado aprovou, dia 16/10, a limitação do número de alunos nas classes de educação básica.

De autoria do senador Humberto Costa (PT/PE), o PL 504/2011 fixa o teto de 25 estudantes nas classes de pré-escola e nos dois anos iniciais do ensino fundamental e 35, nos anos subsequentes, inclusive ensino médio.
A relatora da proposta, senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) desistiu de incluir uma emenda que permitiria ampliar esses limites em até 20%, desde que a sala de aula dispusesse de espaço correspondente a 1,5 m2 por aluno, na educação infantil ou 1,0 m2 no fundamental ou médio.

GAVETA
O PL 504 foi apresentado em agosto de 2011 e deve agora seguir para a Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso.
A rapidez na análise e aprovação contrasta com o destino de uma outra proposição, o PLC 230, que chegou ao Senado em 2009, depois de ter sido aprovado na Câmara.

Desde março de 2011, encontra-se no fundo de alguma gaveta no gabinete do senador Magno Malta (PR-ES). Apesar de ser relator da matéria na Comissão de Educação, o parlamentar optou por ignorar a proposta e até agora não se manifestou.

O PLC 230 também altera o artigo 25 da LDB, mas estabelece limites um pouco diferentes: 25 alunos do 1º a ao 5º ano do fundamental e 35 alunos nas turmas de 6º a 9º ano e ensino médio. Nas creches e pré-escolas, o número de crianças sob a responsabilidade de um profissional varia de acordo com a faixa etária: 5 crianças de até 1 ano de idade; 8 crianças de 1 a 2 anos; 13, de 2 a 3 anos e 15, nas classes com alunos de 3 a 4 anos.
Em outubro de 2012, havia na Câmara dos Deputados e no Senado seis projetos de lei que tratavam do limite de número de alunos por classe. Desses, apenas um, PL 731/1999, fixava um teto de 50 alunos no ensino superior.