Professores e Funcionários da UNIG,
Entramos em contato com o Departamento Pessoal, no dia 08 de janeiro, e nos informaram que o pagamento de novembro/2012 já foi inciado. Estamos aguardando da Instituição maiores informações.
Diretoria Colegiada
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
AVALIAÇÃO DE CURSOS APONTA MELHORAR NOS INDICADORES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
Houve evolução na qualidade da educação superior brasileira nos
últimos anos. A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 6/12, pelo
ministro da Educação Aloizio Mercadante, com base nos indicadores de
qualidade da educação superior de 2011. Em 2011 foram avaliados 8.665
cursos das áreas de ciências exatas, licenciaturas e áreas afins, além
de cursos dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais,
informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial de 1.387
Instituições de Educação Superior (IES). No ciclo 2009-2010-2011 foi
avaliado um total de 2.136 IES.
Os indicadores de qualidade do ensino superior levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC), além do Conceito Preliminar de Curso (CPC). O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avaliam os programas de pós-graduação das instituições.
Enquanto o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) é um indicador que avalia as IES e é resultado da média ponderada dos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) da Graduação e do conceito da Capes aplicado aos programas de Pós-graduação, o CPC avalia o rendimento dos alunos, infraestrutura, organização didático-pedagógica e corpo docente. Na nota do CPC, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura e organização didático-pedagógica representam 15% da nota e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de doutores pesa 15% do total, já dedicação integral e mestres representam 7,5% da nota.
O IGC 2011 avaliou 2.136 universidades, faculdades e centros universitários. Desse total, 50,6% tiveram conceito 3, considerado satisfatório. Dados divulgados pelo Ministério da Educação mostram ainda que 27% das IES brasileiras tiveram conceito insuficiente no IGC em 2011. Estes resultados compõem o primeiro ciclo completo dos indicadores de qualidade, evidenciando a evolução de 2008 a 2011, quando foram avaliados 18.346 cursos de 2.136 instituições.
"Nesse período cai o número de instituições que estavam no nível 1, e cai fortemente o número de instituições que estavam em nível 2, o que é um ótimo indicador", analisou o ministro Aloizio Mercadante, ao lado do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa. "Também aumenta o nível 3 de forma significativa, aumenta muito o nível 4 e um pouco o nível 5. Ou seja, houve uma melhora generalizada na qualidade do desempenho das instituições por curso, quando analisamos de 2008 a 2011", salientou.
O resultado do CPC 2011 considerou 4.403 universidades – sendo 2.642 públicas e 1.761 privadas – além de 2.245 faculdades e 928 centros universitários. Atualmente, 53,9% das matrículas do ensino superior estão nas universidades, 30,9% nas faculdades e 13,7% nos centros universitários. Segundo Mercadante, em todos os casos houve melhora significativa nos cursos de ensino superior. "A curva toda se desloca em direção à melhora na qualidade. Há uma série de medidas que estão surtindo efeito", pontuou o ministro.
De acordo com Mercadante, o processo avaliativo induz à melhoria da qualidade nos cursos: "A avaliação é instrumento de políticas educacionais e fomenta a melhoria da qualidade", destacou o ministro, ressaltando a importância de políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
No link abaixo, você pode acompanhar a apresentação dos indicadores de qualidade.
http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/avaliacao-de-cursos-aponta-melhora-nos-indicadores-da-educacao-superior?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2f
Fonte: www.portal.inep.gov.br
Os indicadores de qualidade do ensino superior levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC), além do Conceito Preliminar de Curso (CPC). O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avaliam os programas de pós-graduação das instituições.
Enquanto o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) é um indicador que avalia as IES e é resultado da média ponderada dos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) da Graduação e do conceito da Capes aplicado aos programas de Pós-graduação, o CPC avalia o rendimento dos alunos, infraestrutura, organização didático-pedagógica e corpo docente. Na nota do CPC, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura e organização didático-pedagógica representam 15% da nota e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de doutores pesa 15% do total, já dedicação integral e mestres representam 7,5% da nota.
O IGC 2011 avaliou 2.136 universidades, faculdades e centros universitários. Desse total, 50,6% tiveram conceito 3, considerado satisfatório. Dados divulgados pelo Ministério da Educação mostram ainda que 27% das IES brasileiras tiveram conceito insuficiente no IGC em 2011. Estes resultados compõem o primeiro ciclo completo dos indicadores de qualidade, evidenciando a evolução de 2008 a 2011, quando foram avaliados 18.346 cursos de 2.136 instituições.
"Nesse período cai o número de instituições que estavam no nível 1, e cai fortemente o número de instituições que estavam em nível 2, o que é um ótimo indicador", analisou o ministro Aloizio Mercadante, ao lado do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa. "Também aumenta o nível 3 de forma significativa, aumenta muito o nível 4 e um pouco o nível 5. Ou seja, houve uma melhora generalizada na qualidade do desempenho das instituições por curso, quando analisamos de 2008 a 2011", salientou.
O resultado do CPC 2011 considerou 4.403 universidades – sendo 2.642 públicas e 1.761 privadas – além de 2.245 faculdades e 928 centros universitários. Atualmente, 53,9% das matrículas do ensino superior estão nas universidades, 30,9% nas faculdades e 13,7% nos centros universitários. Segundo Mercadante, em todos os casos houve melhora significativa nos cursos de ensino superior. "A curva toda se desloca em direção à melhora na qualidade. Há uma série de medidas que estão surtindo efeito", pontuou o ministro.
De acordo com Mercadante, o processo avaliativo induz à melhoria da qualidade nos cursos: "A avaliação é instrumento de políticas educacionais e fomenta a melhoria da qualidade", destacou o ministro, ressaltando a importância de políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
No link abaixo, você pode acompanhar a apresentação dos indicadores de qualidade.
http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/avaliacao-de-cursos-aponta-melhora-nos-indicadores-da-educacao-superior?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2f
Fonte: www.portal.inep.gov.br
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
SENADO APROVA LIMITE DO NÚMERO DE ALUNOS NAS CLASSES
A Comissão de Educação do Senado aprovou, dia 16/10, a limitação do número de alunos nas classes de educação básica.
De autoria do senador Humberto Costa (PT/PE), o PL 504/2011 fixa o teto de 25 estudantes nas classes de pré-escola e nos dois anos iniciais do ensino fundamental e 35, nos anos subsequentes, inclusive ensino médio.
A relatora da proposta, senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) desistiu de incluir uma emenda que permitiria ampliar esses limites em até 20%, desde que a sala de aula dispusesse de espaço correspondente a 1,5 m2 por aluno, na educação infantil ou 1,0 m2 no fundamental ou médio.
GAVETA
O PL 504 foi apresentado em agosto de 2011 e deve agora seguir para a Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso.
A rapidez na análise e aprovação contrasta com o destino de uma outra proposição, o PLC 230, que chegou ao Senado em 2009, depois de ter sido aprovado na Câmara.
Desde março de 2011, encontra-se no fundo de alguma gaveta no gabinete do senador Magno Malta (PR-ES). Apesar de ser relator da matéria na Comissão de Educação, o parlamentar optou por ignorar a proposta e até agora não se manifestou.
O PLC 230 também altera o artigo 25 da LDB, mas estabelece limites um pouco diferentes: 25 alunos do 1º a ao 5º ano do fundamental e 35 alunos nas turmas de 6º a 9º ano e ensino médio. Nas creches e pré-escolas, o número de crianças sob a responsabilidade de um profissional varia de acordo com a faixa etária: 5 crianças de até 1 ano de idade; 8 crianças de 1 a 2 anos; 13, de 2 a 3 anos e 15, nas classes com alunos de 3 a 4 anos.
Em outubro de 2012, havia na Câmara dos Deputados e no Senado seis projetos de lei que tratavam do limite de número de alunos por classe. Desses, apenas um, PL 731/1999, fixava um teto de 50 alunos no ensino superior.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
ACORDO COLETIVO SINPRO X SESI
O Sindicato dos professores do Norte Noroeste Fluminense - SINPRO-NNF e a Federação dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino do Estado do Rio de Janeiro – FETEERJ celebraram a assinatura do Acordo Coletivo com o SESI.
Com este Acordo os professores e profissionais da educação do SESI/RJ passam a ter assegurados a condição de categoria diferenciada como sempre foram, conforme a legislação.
Agora, fica assegurado, pela luta do Sindicato dos Professores através deste Acordo, direitos antes negados aos professores do SESI, como por exemplo:
a) O valor da hora-aula será:
*Para professores da Educação Básica no 1º segmento, R$ 1.301,66, sendo R$ 1.115,70 + R$ 185,96 de DSR (Descanço semanal remunerado)
*Para Professores do 2º segmento e Ensino Médio o SESI não poderá pagar hora aula inferior a R$ 22,34;
b) Hora aula de 50 minutos, com pagamento adicional de 10 minutos da hora trabalhada;
c) Pagamento de janelas quando ocorridas;
d) Feriado no dia 15 de outubro em comemoração ao dia do professor;
e) Recesso, integralmente pagos, na última semana de Julho e na última semana de dezembro;
f) Abono de faltas para participação em assembléias e ou congressos promovidos pelo SINPRO-NNF;
g) Manutenção de todas os benefícios sociais com prêmio antiguidade, vale refeição, plano de saúde, auxílio doença, auxílio creche, auxílio dependentes de portadores de deficiência, auxílio educação, entre outros.
Informamos que em seu Sindicato você encontrará todo apoio e suporte para garantia de seus Direitos com assessoria jurídica gratuita, se necessário.
.Qualquer dúvida entre em contato conosco. Nosso horário de atendimento é das 13:00 as 18:00 de segunda a sexta, no Edifício Policenter, sala 14, ou pelo telefone (22) 3822-3359.
Saudações Sindicais
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
ASSEMBLÉIA DE PROFESSORES DA UNIG
Prezados Professores da UNIG
na nossa última Assembléia, ficou marcada uma nova data para nos reunirmos, será na próxima quarta-feira, dia 08 de Agosto às 17:00, na sede do SINPRO-NNF, Rua Thomaz Teixeira dos Santos, nº98, sl.14, Cidade nova, a pauta continua sendo a mesma, Salários em atrasos e Informes.
Contamos com a presença de todos.
Att
Diretoria Colegiada
segunda-feira, 25 de junho de 2012
ASSEMBLÉIA COM PROFESSORES DA UNIG
Informamos que, na próxima quarta-feira, dia 27 de Junho de 2012 às 17:00, haverá uma assembléia com professores da unig, na sede do SINPRO-NNF, na Rua Thomaz Teixeira dos Santos, N°98/14, cidade nova.Lembrando que esta data foi marcada com o consentimento doa professores presentes, na última assembléia realizado na dia 23/05/2012.
A pauta sera : * salários em atraso
* Informes
Contamos com a participação de todos
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