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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PROFESSRA GAÚCHA DESCOBRE A IMPORTÂNCIA DO BLOG NO ENSINO

Professora de literatura e língua portuguesa, Suely Aymone sempre buscou alternativas que tornassem menos artificiais as práticas de escrita dos alunos. O blog, com a capacidade de atrair leitores e colaborar para a interação entre diferentes pessoas, despertou a atenção da professora do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls, em Uruguaiana (RS). Ela passou a usar a ferramenta tecnológica como um espaço de reflexão pessoal sobre o mundo e a vida e também como suporte de aprendizagem para os alunos do curso normal (formação de professores).
O interesse da professora surgiu no dia em que conheceu um blog criado pela educadora Marly Dagnese Fiorentin, o Blogosfera Marli, que reúne temas de educação e tecnologia. “Eu me encantei. Era isso que procurava”, conta Suely, formada em letras, com especialização em ensino de língua portuguesa e em tecnologias em educação. Daí para a criação de seu primeiro blog foi um passo. Com o Ufa! Bloguei!, ela se propôs a “ensaiar — descobrir a linguagem dos blogs — para depois estrear”. Em seguida, veio o Espichando a Conversa, blog dos estudantes do curso normal. “Foi uma primeira tentativa de uso da web como mediadora de aprendizagem”, diz.

As experiências não pararam ali. Suely também criou os blogs Curso Normal – Aproveitamento de Estudos 2009/2010 e @prender_Fazendo, no qual os alunos são autores. “Descobri que blogar é uma forma de chegar mais perto da minha utopia, a de espalhar que todos podemos (e devemos) ser autores, não só de textos escritos e orais, mas da nossa história, nossa vida.”

O que a professora gaúcha mais tem observado, a partir dessas experiências, é a alegria dos estudantes ao ter um texto publicado: “Os alunos sentem-se valorizados; são lidos por outras pessoas, além do professor”, ressalta. “Além disso, eles passam a manifestar preocupação maior com o uso da língua escrita, com a clareza das idéias, o entrelaçamento do texto com imagens, entre outros pontos.”

Suely observa que há muito o que construir, especialmente o diálogo, exercitado nos comentários — os estudantes ainda ficam inibidos no momento de fazer comentários em blogs que visitam. “Volta e meia, refletimos sobre a necessidade de desenvolver uma ‘atitude blogueira’; ou seja, publicar, conversar, trocar idéias, interagir com autonomia, pois todos temos coisas para dizer e devemos dizê-las”, destaca a professora, que atua no magistério há 25 anos.

Grupo — Responsável pela coordenação do laboratório de informática do instituto, Suely tem planos de formar grupo de estudos sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) na educação. “Pretendo refletir com os colegas sobre a necessidade desse uso, ao mesmo tempo em que faremos experiências com interfaces da web que permitam e facilitem a construção coletiva de conhecimento”, explica.

Para ela, é importante que o professor estimule a presença on-line dos alunos por meio de blogs para que eles percebam a web também como possibilidade de aprendizagem colaborativa. Eles devem usar as TIC criticamente, como produtores de conhecimento, não apenas como consumidores.

Fátima Schenini




segunda-feira, 30 de maio de 2011

O MANIFESTO DAS PROFESSORAS DE PORTUGUÊS

Desinformação e desrespeito na mídia brasileira « Nossa Língua Brasileira (NLB)


Desinformação e desrespeito na mídia brasileira

Por alguma razão escondida dentro de cada um de nós que escrevemos esse texto tivemos como escolha profissional o ensino de língua (materna ou estrangeira). Por algum motivo desconhecido, resolvemos abraçar uma das profissões mais mal pagas do nosso país. Não quisemos nos tornar médicos, advogados ou jornalistas. Quisemos virar professores. E para fazê-lo, tivemos que estudar. Estudar, para alguém que quer ensinar, tem uma dimensão profunda. Foi estudando que abandonamos muitas visões simplistas do mundo e muito dos nossos preconceitos.

Durante anos debatemos a condição da educação no Brasil; cotidianamente aprofundamo-nos sobre a realidade do país e sobre uma das expressões culturais mais íntimas de seus habitantes: a sua língua. Em várias dessas discussões utilizamos reportagens, notícias, ou fatos trazidos pelos jornais.

Crescemos ouvindo que jovem não lê jornal e que a cada dia o brasileiro lê menos. A julgar por nosso cotidiano, isso não é verdade. Tanto é que muitos de nós, já indignados com o tratamento dado pelo Jornal Nacional à questão do material Por uma vida melhor, perdemos o domingo ao, pela manhã, lermos as palavras de um dos mais respeitados jornalistas do país criticando, na Folha de S. Paulo, a valorização dada pelo material ao ensino das diferentes possibilidades do falar brasileiro. E ficamos ainda mais indignados durante a semana com tantas reportagens e artigos de opinião cheios de ideias equivocadas, ofensivas, violentas e irresponsáveis. Lemos textos assim também no Estado de São Paulo e nas revistas semanais Veja e IstoÉ.

Vimos o Jornal Nacional colocar uma das autoras do material em posição humilhante de ter que se justificar por ter conseguido fazer uma transposição didática de um assunto já debatido há tempos pelos grandes nomes da Linguística do país – nossos mestres, aliás. O jornalista Clovis Rossi afirmou que a língua que ele julga correta é uma “evolução para que as pessoas pudessem se comunicar de uma maneira que umas entendam perfeitamente as outras” e que os professores têm o baixo salário justificado por “preguiça de ensinar”. Uma semana depois, vimos Amauri Segalla e Bruna Cavalcanti narrarem um drama em que um aluno teria aprendido uma construção errada de sua língua, e afirmarem que o material “vai condenar esses jovens a uma escuridão cultural sem precedentes“. Também esses dois últimos jornalistas tentam negar a voz contrária aos seus julgamentos, dizendo que pouquíssimos foram os que se manifestaram, e que as ideias expressas no material podem ter sucesso somente entre alguns professores “mais moderninhos”. Já no Estado de São Paulo vimos um economista fazendo represálias brutas a esse material didático. Acreditamos que o senhor Sardenberg entenda muito sobre jornalismo e economia, porém fica nítida a fragilidade de suas concepções sobre ensino da língua. A mesma desinformação e irresponsabilidade revelou o cineasta Arnaldo Jabor, em seu violento comentário na rádio CBN.

Ficamos todos perplexos pela falta de informação desses jornalistas, pela inversão de realidade a que procederam, e, sobretudo, pelo preconceito que despejaram sem pudor sobre seus espectadores, ouvintes e leitores, alimentando uma visão reduzida ao senso comum equivocado quanto ao ensino da língua. A versão trazida pelos jornais sobre a defesa do “erro” em livros didáticos, e mais especificamente no livro Por uma vida melhor, é uma ofensa a todo trabalho desenvolvido pelos linguistas e educadores de nosso país no que diz respeito ao ensino de Língua Portuguesa.

A pergunta inquietante que tivemos foi: será que esses jornalistas ao menos se deram o trabalho de ler ou meramente consultar o referido livro didático antes de tornar públicas tão caluniosas opiniões? Sabemos que não. Pois, se o tivessem feito, veriam que tal livro de forma alguma defende o ato de falar “errado”, mas sim busca desmistificar a noção de erro, substituindo-a pela de adequação/inadequação. Isso porque, a Linguística, bem como qualquer outra ciência humana, não pode admitir a superioridade de uma expressão cultural sobre outra. Ao dizer que a população com baixo grau de escolaridade fala “errado”, o que está-se dizendo é que a expressão cultural da maior parte da população brasileira é errada, ou inferior à das classes dominantes. Isso não pode ser concebido, nem publicado deliberadamente como foi nos meios de comunicação. É esse ensinamento básico que o material propõe, didaticamente, aos alunos que participam da Educação de Jovens e Adultos. Mais apropriado, impossível. Paulo Freire ficaria orgulhoso. Os jornalistas, porém, condenam.

Sabemos que os veículos de comunicação possuem uma influência poderosa sobre a visão de mundo das pessoas, atuam como formadores de opinião, por isso consideramos um retrocesso estigmatizar certos usos da língua e, com isso, o trabalho de profissionais que, todos os dias, estão em sala de aula tentando ir além do que a mera repetição dos exercícios gramaticais mecânicos, chamando atenção para o caráter multifacetado e plural do português brasileiro e sua relação intrínseca com os mais diversos contextos sociais.

A preocupação dos senhores jornalistas, porém, ainda é comum. Na base de suas críticas aparecem, sobretudo, o medo da escola não cumprir com seu papel de ensinar a norma culta aos falantes. Entretanto, se tivessem lido o referido material, esse medo teria facilmente se esvaído. Como todo linguista contemporâneo, os autores deixam claro, na página 12, que “Como a linguagem possibilita acesso a muitas situações sociais, a escola deve se preocupar em apresentar a norma culta aos estudantes, para que eles tenham mais uma variedade à sua disposição, a fim de empregá-la quando for necessário“. Dessa forma, sem deixar de valorizar a norma escrita culta – necessária para atuar nas esferas profissional e cultural, e logo, determinante para a ascensão econômica e social de seus usuários, embora não suficiente – o material consegue promover o debate sobre a diversidade linguística brasileira. Esse feito, do ponto de vista de todos que produzimos e utilizamos materiais didáticos, é fundamental.

Sobre os conteúdos errôneos que foram publicados pelos jornais e revistas, foi possível ver que, após uma semana, as respostas dadas pelos educadores, estudiosos da linguagem e, sobretudo, da variação linguística, já foram bastante elucidativas para informar esses profissionais do jornalismo. Infelizmente alguns jornalistas não os leram. Mas ainda dá tempo de aprender com esses textos. Leiam as respostas de linguistas tais como Luis Carlos Cagliari, Marcos Bagno, Carlos Alberto Faraco, Sírio Possenti, e de educadores tais como Maria Alice Setubal e Maurício Ernica, entre outros, publicadas em diversas fontes, como elucidativas e representativas do que temos a dizer. Aliás, muito nos orgulha a paciência desses autores – foram verdadeiras aulas para alunos que parecem ter que começar do zero. Admirável foram essas respostas calmas, respeitosas e informativas, verdadeiras lições de Linguística, de Educação – e de atitude cidadã, diga-se de passagem – para “formadores de opinião” que, sem o domínio do assunto, resolveram palpitar, julgar e até incriminar práticas e as ideias solidamente construídas em pesquisas científicas sobre a língua ao longo de toda a vida acadêmica de vários intelectuais brasileiros respeitados, ideias essas que começam, aos poucos, a chegar à realidade das escolas.

Ao final de anos de luta para podermos virar professores, ao invés de vermos nossos pensadores, acadêmicos, e professores valorizados, vimos a humilhação violenta que eles sofreram. Vimos, com isso, a humilhação que a academia e que os estudos sérios e profundos podem sofrer pela mídia desavisada (ou maldosa). O poder da mídia foi assustador. Para os alunos mais dispersos, algumas concepções que levaram anos para serem construídas foram quebradas em instantes. Felizmente, esses são poucos. Para grande parte de nossos colegas estudantes de Letras o que aconteceu foi um descontentamento geral e uma descrença coletiva nos meios de comunicação.

A descrença na profissão de professor, que era a mais provável de ocorrer após tamanha violência e irresponsabilidade da mídia, essa não aconteceu – somente por conta daquele nosso motivo interno ao qual nos referimos antes. Nossa crença de que a educação é a solução de muitos problemas – como esse, por exemplo – e que é uma das profissões mais satisfatórias do mundo continua firme. Sabemos que vamos receber baixos salários, que nossa rotina será mais complicada do que a de muitos outros profissionais, e de todas as outras dificuldades que todos sabem que um professor enfrenta. O que não sabíamos é que não tínhamos o apoio da mídia, e que, pior que isso, ela se voltaria contra nós, dizendo que o baixo salário está justificado, e que não podemos reclamar porque não cumprimos nosso dever direito.

Gostaríamos de deixar claro que não, ensinar gramática tradicional não é difícil. Não temos preguiça disso. Facilmente podemos ler a respeito da questão da colocação pronominal, passar na lousa como os pronomes devem ser usados e dizer para o aluno que está errado dizer “me dá uma borracha”. Isso é muito simples de fazer. Tão simples que os senhores jornalistas, que não são professores, já corrigiram o material Por uma vida melhor sobre a questão do plural dos substantivos. Não precisa ser professor para fazer isso. Dizer o que está errado, aliás, é o que muitos fazem de melhor.

Difícil, sabemos, é ter professores formados para conseguir promover, simultaneamente, o debate e o ensino do uso dos diversos recursos linguísticos e expressivos do português brasileiro que sejam adequados às diferentes situações de comunicação e próprios dos inúmeros gêneros do discurso orais e escritos que utilizamos. Esse professor deve ter muito conhecimento sobre a linguagem e sobre a língua, nas suas dimensões linguísticas, textuais e discursivas, sobre o povo que a usa, sobre as diferentes regiões do nosso país, e sobre as relações intrínsecas entre linguagem e cultura.

Esse professor deve ter a cabeça aberta o suficiente para saber que nenhuma forma de usar a língua é “superior” a outra, mas que há situações que exigem uma aproximação maior da norma culta e outras em que isso não é necessário; que o “correto” não é falar apenas como paulistas e cariocas, usando o globês; que nenhum aluno pode sair da escola achando que fala “melhor” que outro, mas sim ciente da necessidade de escolher a forma mais adequada de usar a língua conforme exige a situação e, é claro, com o domínio da norma culta para as ocasiões em que ela é requerida. Esse professor tem que ter noções sobre identidade e alteridade, tem que valorizar o outro, a diferença, e respeitar o que conhece e o que não conhece.

Também esse professor tem que ter muito orgulho de ser brasileiro: é ele que vai dizer ao garoto, ao ensinar o uso adequado da língua nas situações formais e públicas de comunicação, que não é porque a mãe desse garoto não usa esse tipo de variedade lingüística, a norma culta, não conjuga os verbos, nem usa o plural de acordo com uma gramática pautada no português europeu, que ela é ignorante ou não sabe pensar. Ele vai dizer ao garoto que ele não precisa se envergonhar de sua mãe só porque aprendeu outras formas de usar o português na escola, e ela não. Ele vai ensinar o garoto a valorizar os falares regionais, e ser orgulhoso de sua família, de sua cultura, de sua região de origem, de seu país e das diferenças que existem dentro dele e, ao mesmo tempo, a ampliar, pelo domínio da norma culta, as suas possibilidades de participação na sociedade e na cultura letrada. O Brasil precisa justamente desse professor que esses jornalistas tanto incriminaram.

Formar um professor com esse potencial é o que fazem muitos dos intelectuais que foram ofendidos. Para eles, pedimos que esses jornalistas se desculpem. E os agradeçam. E, sobretudo, antes de os julgarem novamente, leiam suas publicações. Ironicamente, pedimos para a mídia se informar.

Nós somos a primeira turma a entrar no mercado de trabalho após esse triste ocorrido da imprensa. Somos muito conscientes da luta que temos pela frente e das possibilidades de mudança que nosso trabalho promove. Para isso, estudamos e trabalhamos duro durante anos. A nós, pedimos também que se desculpem. E esperamos que um dia possam nos agradecer.

Reafirmamos a necessidade de os veículos de comunicação respeitarem os nossos objetos de estudo e trabalho — a linguagem e o língua portuguesa usada no Brasil —, pois muitos estudantes e profissionais de outras áreas podem não perceber tamanha desinformação e manipulação irresponsável de informação, e podem vir a reproduzir tais concepções simplistas e equivocadas sobre a realidade da língua em uso, fomentando com isso preconceitos difíceis de serem extintos.

Sabemos que sozinhos os professores não mudam o mundo. Como disse a Professora Amanda Gurgel, em audiência pública no Rio Grande do Norte, não podemos salvar o país apenas com um giz e uma lousa. Precisamos de ajuda. Uma das maiores ajudas com as quais contamos é a dos jornalistas. Pedimos que procurem conhecer as teorias atuais da Educação, do ensino de língua portuguesa e da prática que vem sendo proposta cotidianamente no Brasil. Pedimos que leiam muito, informem-se. Visitem escolas públicas e particulares antes de se proporem a emitir opinião sobre o que deve ser feito lá. Promovam acima de tudo o debate de ideias e não procedam à condenação sumária de autores e obras que mal leram. Critiquem as assessorias internacionais que são contratadas reiteradamente. Incentivem o profissional da educação. E nunca mais tratem os professores como trataram dessa vez. O poder de vocês é muito grande – a responsabilidade para usá-lo deve ser também.

Alecsandro Diniz Garcia, Ana Amália Alves da Silva, Ana Lúcia Ferreira Alves, Anderson Mizael, Jeferson Cipriano de Araújo, Laerte Centini Neto, Larissa Arrais, Larissa C. Martins, Laura Baggio, Lívia Oyagi, Lucas Grosso, Maria Laura Gándara Junqueira Parreira, Maria Vitória Paula Munhoz, Nathalia Melati, Nayara Moreira Santos, Sabrina Alvarenga de Souza e Yuki Agari Jorgensen Ramos – formandos 2011 em Letras da PUC-SP, futuros professores de Língua Portuguesa e Língua Inglesa.



terça-feira, 3 de maio de 2011

SENADO APROVA AUMENTO DE CARGA HORÁRIA PARA ENSINOS INFANTIL, FUNDAMENTAL E MÉDIOS

BRASÍLIA - A Comissão de Educação do Senado aprovou, nesta terça-feira, projeto de lei que aumenta de 800 para 960 horas anuais a carga horária mínima para os ensinos infantil, fundamental e médio. Como foi aprovado em caráter terminativo, a matéria segue, agora, à apreciação da Câmara. Essas 960 horas, pelo projeto, serão distribuídas pelo período de 200 dias do ano letivo, excluindo os dias destinados aos exames finais, quando houver.

Emenda incluída pelo relator do projeto, deputado Cyro Miranda (PSDB-GO), determinou que as mudanças no calendário escolar só entrarão em vigor dois anos após a publicação da lei no Diário Oficial da União. Ou seja, se a lei for aprovada pelo Senado e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff ainda este ano, a nova carga horária só entraria em vigor em 1º de janeiro de 2013.

Também foi aprovado pela comissão, em caráter terminativo, o projeto de lei que aumenta de 75% para 80% a frequência mínima para a aprovação de estudantes no ensino fundamental. A proposta esclarece que, no caso de afastamento do estudante da sala de aula por motivo de saúde, o atestado médico apresentado garantirá o direito de fazer provas em segunda chamada, "mas não abona as faltas que lhe foram imputadas".


Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/03/senado-aprova-aumento-de-carga-horaria-para-ensinos-infantil-fundamental-medio-924374423.asp

quinta-feira, 28 de abril de 2011

28 DE ABRIL - DIA DA EDUCAÇÃO

Educação - É o conjunto de técnicas e conhecimentos necessários para a transmissão do saber e dos valores essenciais à sociedade.

Ao professor cabe transmitir conhecimentos e estimular o raciocínio lógico e a visão crítica dos estudantes, ajudando-os no desenvolvimento de habilidades para entrar no mercado de trabalho e assumir seu papel de cidadão.

Hoje em dia é grande a importância dada à educação. O número de analfabetos no país vem caindo a cada ano e praticamente todas as crianças com idade entre 7 e 14 anos estão matriculadas na escola. E também há um esforço para colocar na pré-escola as crianças com menos de seis anos de idade.

Outra preocupação atual é com a repetência. Professores e o Ministério da Educação buscam formas de evitar a repetência dos alunos para que eles não desanimem e acabem abandonando a escola. Mesmo assim, muitas crianças e jovens têm que deixar de estudar porque precisam trabalhar.

A qualidade do ensino também é um ponto importante para se pensar. Pouco adianta completar séries e ganhar um diploma se não aprendermos de verdade. Por tudo isso, estudar com prazer e buscar compreender o mundo através do que aprendemos é uma boa forma de comemorar o Dia da Educação.

PARABÉNS A TODOS OS EDUCADORES

terça-feira, 12 de abril de 2011

PISO NACIONAL DOS PROFESSORES SOBE 16% E VAI A R$ 1.187

O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira o valor do reajuste do piso nacional dos professores da rede pública. Para a jornada de 40 horas semanais, passou de R$ 1.024,67 para R$ 1.187,08.

O valor, que considera tanto o vencimento básico como gratificações, contém um aumento de 15,85% em relação ao ano passado e vale desde janeiro.

Pela lei do piso, nenhum professor de nível médio pode ganhar menos que o valor fixado pelo ministério. Ele é determinado com base no custo por aluno do Fundeb (fundo da educação básica).

Apesar do aumento, sindicatos de professores entendiam que o valor deveria ser maior --R$ 1.597,87, segundo a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). A divergência se deve ao fato de que a entidade considera a variação do valor do Fundeb de 2010 para 2011, e o MEC o de 2009 para 2010.

CRÍTICAS

O presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski, afirma que o MEC "cometeu o mesmo erro do ano passado e prejudicará milhares de municípios".

De acordo com ele, o reajuste anunciado foi feito com base em estimativas e deveria ser feito em abril, quando já se terá contabilizado o valor executado do Fundeb.

Pelos cálculos da CNM, o valor do piso em 2010 deveria ter sido R$ 30 menor. "Os municípios pagaram um piso maior que o devido", afirma Ziulkoski, baseado em estudos da entidade que apontam que pelo menos nove Estados não têm condições de pagar o piso mínimo dos professores.

O MEC afirmou que irá analisar pedidos de complementação de verbas para prefeituras que disserem não ter como pagar o piso.

Fonte: http://www.folha.uol.com.br/

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

PARABÉNS A TODOS OS PROFESSORES!!!

Ser transmissor de verdades, De inverdades...

Ser cultivador de amor, De amizades.

Ser convicto de acertos, De erros.

Ser construtor de seres, De vidas.

Ser edificador. Movido por impulsos, por razão, por emoção.

De sentimentos profundos, Que carrega no peito o orgulho de educar.

Que armazena o conhecer, Que guarda no coração, o pesar

De valores essenciais Para a felicidade dos “seus”.

Ser conquistador de almas. Ser lutador,

Que enfrenta agruras, Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,

Buscando se auto-realizar, Atingir sua plenitude humana.

Possuidor de potencialidades. Da fraqueza, sempre surge a força

Fazendo-o guerreiro. Ser de incalculável sabedoria,

Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.

É...

Esse é o valor de ser educador.
 
 
 
Esta é uma singela homenagem do SINPRO-NNF a todos os mestres. Parabéns!!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

ASSEMBLÉIA DE PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA UNIG

  SINDICATO DOS PROFESSORES
     SINPRO-NNF


Informamos que nesta quinta-feira, dia 16 de Setembro de 2010, às 17:00, será realizada uma Assembleia de Professores e Funcionários no Campus V da UNIG.
A pauta da Assembleia a ser discutida será:

1- Apresentar e ratificar o Acordo Judicial;

2- Discutir propostas para melhoria do Acordo Judicial.

Contamos coma participação de todos, para que todas as dúvidas sejam apresentadas e sanadas nesta Assembleia, a sua participação é imprescindível.


Diretoria Colegiada


"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)



terça-feira, 31 de agosto de 2010

CARTA-COMPROMISSO APRESENTA DESAFIOS PARA PRÓXIMOS SEIS ANOS

   Entre Educadores, alunos e responsáveis, um dos assuntos que mais se discute nas escolas é a qualidade da educação. Muito se tem a fazer diante desse assunto, os alunos de escola pública quando comparados com alunos de escolas particulares, na maioria das vezes tem a sensação de que não sabem o mesmo que os outros.
   O fato é que no ano de 2010 muito foi discutido sobre o assunto e as promessas são muitas, para que a educação pública seja de qualidade.
   Nesta terça-feira, 31, foi lançada, na sede do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília a Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade, que tem como princípio, educação de qualidade para todos e valorização dos profissionais da educação.O documento, assinado por 27 instituições e movimentos favoráveis à educação, é uma convocação aos futuros governantes e ao Congresso Nacional.
   A carta-compromisso apresenta sete desafios a serem vencidos até 2016 e propõe a criação de um sistema nacional de educação. Entre os desafios, destacam-se a inclusão escolar de todas as crianças e adolescentes de quatro a 17 anos até 2016, a superação do analfabetismo de jovens e adultos e a garantia da plena alfabetização de crianças aos oito anos de idade até 2014. sabemos que há muito a ser feito, por isso ficaremos atentos e cobraremos para que todas esses benefícios sejam realizados.
   O projeto de criação de um sistema nacional de educação, recomendado pela Conferência Nacional de Educação (Conae) em Abril deste ano, foi retomado pelo grupo que subscreve a carta-compromisso. Pela proposta, o sistema seria estruturado em três pilares — elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020, estabelecimento do regime de colaboração entre a União, estados e municípios e colocação em prática da lei de responsabilidade da educação, também aprovada pela Conae.
   De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Educação, Carlos Ronca, a carta, resultado de meses de trabalho das instituições e movimentos, representa um compromisso com a melhoria da qualidade da educação nesta década. Ronca reconhece que o país avançou muito na educação nos últimos anos, mas considera importante a construção conjunta de um projeto nacional. “Este é um momento de festa, mas também de compromisso”, disse.
   Sabemos que se todos esses pontos destacados nesta carta, forem realmente realizados, todos sairão ganhado, alunos, professores e sociedade. Só com uma boa educação podemos transformar um país.
   Vamos aproveitar o momento de eleições no nosso país e vamos escolher nossos candidatos com muita cautela, para que o Brasil cresça.


Fonte: www.mec.gov.br

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A IMPORTÂNCIA DA BOA EDUCAÇÃO

    Sabemos que tudo que ouvimos, lemos e aprendemos faz parte do nosso crescimento, tudo o que somos é o produto de muitos conhecimentos transmitidos a nós por pessoas próximas e que atuam diretamente na nossa educação, nossas decisões são influenciadas, nossos pensamentos e a forma que nos produzimos como “homens”. Somos o resultado do desejo de nossos pais, professores, religiosos e políticos.
    Sobretudo, sabemos que a escola é o lugar onde somos levados a obter conhecimento, e é na escola que aprendemos a conviver com pessoas distintas, que não são nossa família, com culturas diferentes.
    O Professor tem um papel fundamental na educação de seu aluno, é ele quem vai transmitir conhecimento específico de cada assunto, vai encontrar maneiras de encaixar o seu conteúdo ao cotidiano do seu aluno, com isso transformará um ser pensante, crítico, capaz de produzir seu próprio pensamento.
    Os alunos devem ser educadas para servir a sociedade, para transformar o espaço em que vivem,  para exercerem uma profissão que promete preencher suas vidas e realizá-las como seres humanos.
    As crianças são pequenos pesquisadores que experimentam e buscam respostas para as muitas perguntas que fazem sobre este mundo ainda tão cheio de mistérios. Constroem e reconstroem teses sobre o funcionamento dele, da natureza e da vida. Sentem-se livres e entusiasmadas para questionar, argumentar e experimentar todas as coisas que estão a sua volta. Cabe ao professor utilizar este interesse em aprender como ferramenta no processo de ensino.
    Portanto, queridos professores vamos repensar todos os dias as nossas práticas, vamos ser críticos com o nosso trabalho, nos questionar "Será que estou formando bons exemplos para a sociedade?" e sempre nos atualizarmos para que estejamos preparados para transformar nossos alunos em brilhantes profissionais e cidadãos.
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

INCLUSÃO DIGITAL

   
    Sem dúvida o computador, já faz parte da vida de muitos brasileiros, para uns ele é fundamental e indispensável, mas na casa de muitos estudantes, ainda não existe um computador.
    O Computador pode ajudar e muito nos estudos de uma pessoa, ontem em uma reportagem do Fantástico, mostrou que alguns alunos da rede pública de ensino estão sem professores em matéias que são estremamanete importantes na vida estudantil, tais como Física, Química,Biologia e até Matemática, e alguns alunos recorreram a esta ferramenta pra atualizar as matérias que não foram dadas na escola.
    Visualizando esta importância, o Governo Federal criou o programa denominado como UCA,(Um Computador por Aluno), que entregará maquinas portáteis, laptops, para os alunos da rede pública de ensino.
    Nesta semana inicia-se a entrega de mais 48,9 mil laptops em 112 unidades de ensino. Até o fim do ano, o Ministério da Educação entregará 150 mil computadores portáteis a alunos de 300 escolas da rede pública. A distribuição do equipamento faz parte da política de tecnologias da informação e da comunicação (TICs). Os professores passam por capacitação para uso do equipamento.
Na escola municipal Neli Betemps, em Candiota, Rio Grande do Sul, os estudantes estão preparados para usar o equipamento. Rodrigo Kubiaki Dias, 14 anos, e Natan Fernando Moreira, 12, não têm computador em casa. O primeiro contato com o equipamento ocorreu este ano, com a instalação de laboratório de informática na escola. Eles começaram, então, a participar das oficinas de aprendizagem promovidas pela escola em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) — as oficinas dão aos alunos a oportunidade de se tornarem monitores do programa UCA.
    Com o encerramento das oficinas, no dia da inauguração do programa na escola, Rodrigo e Natan foram os responsáveis por apresentar os colegas ao universo tecnológico. “Eles começaram a ensinar os amigos a usar o equipamento e mostraram projetos que elaboraram”, revela Bruno Fagundes Sperb, psicólogo do Laboratório de Estudos Cognitivos da UFRGS. As oficinas duraram três dias. Com um software de construção de objetos de aprendizagem, Rodrigo, aluno do sétimo ano, e Natan, do quinto ano, usaram princípios de operações lógicas do pensamento para programar objetos digitais que eles mesmos produziram.
    Segundo o psicólogo, os dois estudantes apresentavam dificuldades para acompanhar o currículo escolar tradicional. Agora, são citados pelos professores como exemplos de concentração, disciplina e evolução.


Fonte: www.portal.mec.gov.br

quarta-feira, 7 de julho de 2010

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS - BULLYING


    Com o avanço da Internet e o crescimento da Globalização, muitos temas surgem  na educação, sejam eles bons ou ruins. Na  “poderosa” Internet encontramos de tudo, vários assuntos e ela pode e deve ser utilizada para pesquisa e atualização tanto de alunos quanto de professores.
    Mas com ela também surge uma nova maneira de agressão a alunos e educadores, o Cyber Bullying, uma nova versão do já conhecido e debatido Bullying.
    O Bullying expressão que vem do inglês bully, que significa valentão, faz referência agressões físicas e verbais praticadas também nas escolas.
    Agora o Cyber Bulliying, tema debatido na revista Nova Escola desse mês, esta é uma nova maneira que os internautas estão encontrando para agredir os colegas. Na maioria das vezes, acontecem em site de relacionamentos e em sites de mensagens instantâneas, onde os internautas acham que nunca vão ser descobertos e por covardia usam apelidos, para não serem identificados, e começam a distratar os outros via web.
Este tipo de violência está cada dia mais comum, cabe aos pais dentro de casa dialogarem com os filhos e dar limites e assisti-los quando utilizarem a Internet.
    Nas escolas da região já acontecem debates, entre pais, alunos  e professores, assim todos ficam sabendo da situação e um ajuda o outro a identificar o problema e tomar as medidas necessária de punição para quem pratica este ato.
    Vamos lembrar sempre que o diálogo é a melhor forma de solucionar um problema e denuncie quem pratica, pois isto pode acontecer com algum de nós ou nossos filhos

quarta-feira, 30 de junho de 2010

NOVIDADES DA CONTEE





CIRCULAR N.° 306 / 2010 CONTEE


Prezados (as) Companheiros (as),

Conforme apresentado durante o nosso XIV CONSIND, iniciaremos agora no mês de Junho uma nova etapa na comunicação da CONTEE com o lançamento da TV CONTEE Online – programa de TV institucional da CONTEE na web, que levará aos visitantes conteúdos multimídia – entre entrevistas, depoimentos e reportagens, além da cobertura das principais atividades e lutas da Confederação.

Sendo assim, convidamos a todos (as) para acompanharem a exibição de nosso primeiro programa, que estará disponível no Portal da CONTEE, a partir desta quarta-feira, dia 30 de Junho, e terá periodicidade bimestral.

Importante – a colaboração de nossas entidades filiadas é de extrema importância. Por isso, solicitamos o envio de dúvidas e sugestões de pauta para a TV CONTEE, através do e-mail: redacao@contee.orgbr

Saudações sindicais,
Maria Clotilde Lemos Petta

Secretária de Comunicação Social da CONTEE



Daniele Moraes

Assessora de Comunicação da CONTEE


sexta-feira, 25 de junho de 2010

QUALIDADE DA EDUCAÇÃO - DISCUTIDA NO CONAE 2010

   

    Entre os dias 28 de Março e 1° de Abril, foi realizado o CONAE 2010 - Conferência Nacional de Educação, que apresentou como tema, a Construção do Sistema Nacional Articulado de Educação. Nele foram discutidos vários pontos importantes, tais como, a implementação do Fórum Nacional de educação, que terá como função lutar para garantir que as diretrizes aprovadas na CONAE sejam devidamente incorporadas no novo Plano Nacional de Educação, tudo isso para que ocorra uma grande melhora da Educação Brasileira.
    Um dos diversos temas discutidos foi, Padrões de Qualidade para a Educação Básica e Superior, que contou com a participação do Diretor da CONTEE, Reginaldo Meloni, que segundo ele, a qualidade da Educação é associada ao domínio dos conteúdos, mas uma educação com qualidade social implica também na garantia do direito à educação para todos.
    Dentro muitos participantes importantes, esteve também presento o Presidente da Republica, Lula prestigiou a Plenária final da CONAE.
    Por fim a Diretora do SINPRO Minas, Celina Areâs, apresentou o tema sobre os Investimentos e Expansão da Educação Básica, e reafirmou a luta pela implementação do piso salarial do profissional nacional.
    Diante dessa luta permanente pela melhora da Educação pública, fica a esperança de tempos melhores para os futuros e atuais estudantes da rede Pública de ensino.



Fonte: Revista CONTEÚDO n°6, 2010



terça-feira, 22 de junho de 2010

CAOS NAS UNIVERSIDADES DO RIO

Pelo visto, não é só a UNIG que está com problemas adminstrativos, outras instituições também encontram-se com o mesmo problema que hoje enfrenta a UNIG em Itaperuna.
No Jornal O Globo de ontem, saiu uma nota do SINPRO RIO, informando a paralisação da Univercidade, que está com 2 meses de salário atrasado e não  recolhe  o FGTS dos Professores a seis (6) anos.
Outras Universidades como, Cândido Mendes, Gama Filho e Unicarioca, também enfrentam o mesmos problema. A Unicarioca está pagando os vencimentos em dia, mas as férias o 13º salário e outros encargos trabalhistas não estão sendo repassados aos professores e funcionários, alguns professores que foram demitidos em 2008 ainda não tiveram a rescisão registrada devido ao não pagamento de encargos trabalhistas.
A Direção da Gama Filho e da Cândido Mendes, alega como causa do problema a alta inadimplência e a crise mundial.
De acordo com o Sinpro-Rio, em aproximadamente 80% das cerca de 70 instituições cariocas de ensino superior, os professores sofrem as consequências da má gestão financeira.
Professores infelizmente não é só aqui, em Itaperuna, que encontramos problemas de atraso de salário e desrespeito com a classe, fiquem de olho e denuncie ao não pagamento correto dos encargos trabalhistas.

Fonte: Jornal O Globo
Problemas financeiros atingem mais duas universidades cariocas: UniverCidade e UniCarioca
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/03/06/problemas-financeiros-atingem-mais-duas-universidades-cariocas-univercidade-unicarioca-754734579.asp

terça-feira, 25 de maio de 2010

PROFESSORES TERÃO EXAME PARA INGRESSAR NA CARREIRA

    Está aberta uma consulta pública para a criação de um Exame Nacional para a seleção de professores para a rede pública de ensino. A proposta é fazer uma espécie de Enem para o magistério.

   "Portaria publicada nessa segunda-feira (24), no Diário Oficial da União, instituiu o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente. A prova, que será realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), avaliará os profissionais que tenham concluído ou estejam concluindo cursos de formação inicial para a docência e que desejam ingressar na carreira do magistério."

    Para ingressar na profissão agora será avaliado o quisito conhecimento, pois muitos profissionais que atuam na área educacional entram só porque, ainda não tem noção de qual carreira seguir e com esse pensamento escolhem ser "professor",  não se dedicam e nem se preocupam em se atualizar. Todos os dias surgem novos assuntos e se o educador não se interessar ficará difícil de acompanhar as novidades.
    Ser Mestre, é muito mais que só ensinar e "passar" conhecimento, precisar ter muito jogo de cintura para lidar com diversas situações difíceis e inimagináveis.
    Ser Educador um bom educador  é necessário ter uma pitada de carinho, respeito, paciência e muito, muito Amor, as vezes é preciso ser até Psicólogo, para entender a necessidade de cada aluno.
    Todos os que desejam entrar nessa linda profissão, devem ter a consciência de que o trabalho é árduo, porém as recompensas são impagáveis.


Fonte: emquestao@secom.planalto.gov.br